O monitoramento de águas subterrâneas evoluiu, mas ainda faltava um passo

Hoje, temos disponível no mercado sensores de alta precisão, equipamentos mais sofisticados e resistentes às intempéries e em alguns casos, sistemas de telemetria que permitem, acompanhar dados praticamente em tempo real. 

Compartilhe este conteúdo

Se você atua em uma consultoria ambiental, provavelmente já percebeu: o monitoramento de águas subterrâneas mudou muito nos últimos anos — principalmente no campo.

Hoje, temos disponível no mercado sensores de alta precisão, equipamentos mais sofisticados e resistentes às intempéries e em alguns casos, sistemas de telemetria que permitem, acompanhar dados praticamente em tempo real. 

Se formos fazer uma linha do tempo desde a introdução de poços de monitoramento convencionais na década de 1950 até o final da década de 1970, quando os primeiros sistemas de monitoramento de águas subterrâneas multiníveis foram produzidos, fica evidente que neste mercado a grande evolução da tecnologia sempre foi focada em hardwares.

Logo, o grande desafio já não está na coleta de dados no campo. O grande desafio encontra-se no dia a dia justamente depois da coleta dos dados. Um cenário comum a muitas consultorias, passa essas características: 

  • Planilhas separadas e desconexas; 
  • Processos manuais para consolidar todos os dados;
  • Dificuldade em gerar relatórios;
  • Falta de padronização;
  • Falta de consistência das informações; 

Ou seja, o gargalo deixou de ser medir e passou a ser entender, organizar e gerenciar as informações, além de tornar todo o processo facilmente auditável. 

A próxima evolução é o software

Se as tecnologias dos hardwares já deram um salto significativo, se faz necessário evoluir a outra ponta: a camada de software. E essa é a proposta da MERA | Gestão de Dados Ambientais. 

Na prática, trabalhar com a MERA significa:

  • Centralizar todos os dados em um único ambiente;
  • Criar histórico dos dados com fácil acesso e localização;
  • Automatizar a coleta e organização das informações;
  • Gerar relatórios de forma rápida e padronizada;
  • Reduzir retrabalho e erros operacionais;
  • Proteger todos os dados com tenants exclusivas e criptografadas; 
  • Produzir mais em menos tempo;  

Mais do que isso, o software começa a assumir um papel estratégico.

Não se trata apenas de armazenar dados, mas de transformar dados em informação estratégica, tática e operacional. Seja para a própria consultoria, para os clientes ou para os órgãos ambientais. 

Trabalhar com todo o suporte tecnológico da MERA, abre espaço para novas possibilidades, como:

  • Identificação antecipada de riscos
  • Análise de tendências ao longo do tempo
  • Melhor suporte técnico e confiabilidade para seus clientes
  • Maior agilidade na resposta aos órgãos reguladores

Nossos clientes já atuam em um novo cenário, pois entenderam que não basta coletar dados — é necessário organizá-los, interpretá-los e transformá-los em decisões assertivas e em valor para o cliente e para o meio ambiente.

Conclusão

A evolução do mercado de monitoramento de águas subterrâneas foi fortemente impulsionada pelo hardware — e isso foi essencial para elevar o nível técnico de todo o setor.

Mas agora, o próximo salto já começou. Ele não está mais no campo. Está no software. Está na MERA. 

Consultorias que entenderam esse movimento e começaram a estruturar melhor seus dados, processos e ferramentas com a MERA estão mais preparadas para crescer, ganhar eficiência e se destacar em um mercado cada vez mais exigente.

No fim das contas, não basta medir bem. É preciso ter total confiabilidade nos dados e transformá-los  em decisões inteligentes.